Academia Abe1924

Paulo Betti

Paulo Sérgio Betti é um ator, autor e diretor brasileiro. Atuou em mais de 40 peças de teatro, doze das quais dirigiu. Escreveu a peça Autobiografia Autorizada.
Interpretou um de seus personagens mais marcantes do cinema, em Lamarca. Também interpretou outro personagem histórico, o Visconde de Mauá, Irineu Evangelista de Sousa, no filme Mauá: o imperador e o rei. Apresentou o programa Novos Nomes em Cena, no Canal Brasil, onde entrevistava jovens atores brasileiros. Também produziu, roteirizou e dirigiu o filme Cafundó, estreado em 2005, onde faz uma pequena participação como romeiro. Cafundó ganhou prêmios no Brasil (como no Festival de Cinema de Gramado) e teve carreira internacional em países como Itália, Estados Unidos e Burkina Faso. Uma falsa polêmica envolvendo Cafundó está no quase processo movido pelos escritores Adolfo Frioli e Carlos de Campos acusando Betti de ter utilizado um livro de sua autoria de forma não autorizada na composição do roteiro do filme, embora o próprio Paulo tenha participado da construção do livro – do qual escreveu o prefácio. O nome do livro foi colocado por Betti na abertura do filme e os autores ficaram satisfeitos.

Em 2007, atuou na telenovela Sete Pecados, em que viveu Flávio, um arqueólogo milionário e pai da mimada Beatriz Priscila Fantin. No Teatro, atuou em peças como: O Doente Imaginário, de Molière; O Processo, de Franz Kafka; O Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues; Viagem a Forli, de Mauro Rasi; O Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen; O Homem que viu o Disco Voador, de Flávio Márcio; Como Aprendi a Dirigir um Carro, de Paula Vogel e Do Fundo do Lago Escuro, com texto e direção de Domingos Oliveira. Atualmente, viaja pelo País com a peça “Deus da Carnificina”, com texto de Yasmina Reza e Direção de Emílio de Mello.

Em 2014, interpretou o vilão cômico Téo Pereira, um blogueiro em Império (telenovela) a novela de Aguinaldo Silva. Em 2015, comemorando 40 anos de carreira, o ator estreou o monólogo Autobiografia Autorizada, escrita por ele. Na peça, ele conta a história desde sua infância no interior de São Paulo até o ingresso na Escola de Arte Dramática.[8] A peça circulou por todas as regiões do Brasil. Em 2017 estreou em Festivais de Cinema o seu segundo longa como diretor junto com Eliane Giardini: A Fera na Selva. O filme foi inteiro rodado na região de Sorocaba e conta com a codireção de Lauro Escorel e Eliane Giardini.